domingo, 19 de outubro de 2014

concurso de fotografia do MTG

O Movimento Tradicionalista Gaúcho abriu inscrições para o Concurso Fotográfico Eu Sou do Sul, que tem como tema ‘Rio Grande do Sul: um canto, um encanto’. As inscrições, gratuitas, podem ser feitas até o dia 10 de dezembro de 2014 na secretaria da entidade, em horário comercial, na Rua Guilherme Schell, 60 | Porto Alegre, e também pelos correios, no endereço.

          
Pode participar do concurso qualquer pessoa com mais de 15 anos. Cada participante pode inscrever até três trabalhos. Somente poderão concorrer, segundo o regulamento, fotos inéditas. É vedada a participação de pessoas diretamente ligadas à Comissão Organizadora do Concurso.

          As fotos serão julgadas no dia 19 de dezembro e integrarão o acervo do MTG. Os critérios de avaliação são coerência com o tema, beleza plástica da imagem, utilização da técnica fotográfica.
          
           Serão desclassificadas imagens que tenham sofrido manipulação digital ou montagens, exceto em caso de tratamento básico relacionado a cor, saturação, contrate e brilho.

            Serão premiadas as três melhores fotografias e 12 serão selecionadas para publicação no site oficial do MTG e pelo Jornal Eco da Tradição.  As três melhores fotografias receberão, como prêmio, um troféu e uma mala de garupa com cinco obras publicadas pelo MTG. Todos os participantes receberão certificado de participação.
          Após a realização do julgamento, ocorrerá uma exposição das fotografias concorrentes e vencedoras, no Congresso Tradicionalista, que será realizado na cidade de Uruguaiana, em janeiro de 2015, quando se dará também o ato de entrega dos prêmios.

O Regulamento do concurso pode ser acessado no linkhttp://www.mtg.org.br/docs/CONCURSO_FOTOGRAFIA/REGULAMENTO_CONCURSO_F.pdf, onde também estão disponíveis as fichas de inscrição.

Mais informações podem ser obtidas pelo fone (51) 3223-5194.

Espetáculo: Folclore&Cantoria


Joca Martins e Juliana Spanevello + part. Jairo ‘Lambari’ Fernandes

Eles têm carreiras independentes, mas, mantém este projeto que traz no repertório músicas da carreira de cada um, bem como canções gravadas e cantadas em duo pelo casal. Nesta edição ainda inédita em Santa Maria o espetáculo contará com a participação especial do cantor e compositor Jairo ‘Lambari’ Fernandes e, dentre as canções “Romance de Flor e Luna” e “Por Que Canto” o casal promete que momentos especiais do show também serão na interpretação das músicas “Zamba de Mi Esperanza’’ e “Sábio do Mate’’

Ingressos:
Estudantes, idosos, sócios do teatro e clube do assinante R$ 20,00.
Antecipados para público em geral: R$ 30,00.
Na hora: R$ 40,00.

À venda na bilheteria do teatro: 3028 0909.
Ou pelo whatsapp: (55) 9985 5744.

Realização: Gadea Produções


quarta-feira, 8 de outubro de 2014

1º ENCONTRO BRASILEIRO INDIVIDUAL DAS FERAS DO LAÇO COMPRIDO



Fim de semana tem aberto de esportes em Tramandaí



Os praticantes e apreciadores de bocha campeira, bocha 48 (modalidade nova), solo, tava, tetarfe, truco cego e truco de amostra têm encontro marcado nos dias 11 e 12 de outubro, em Tramandaí, 23ªRT, a capital das praias, onde acontece a 23ª edição do Aberto de Esportes do MTG.
         
A promoção é do Movimento Tradicionalista Gaúcho com realização da Fundação Cultural Gaúcha e Prefeitura Municipal de Tramandaí.
A abertura será sábado,  dia 11, as 9h.  As provas iniciam no sábado e vão até o domingo. Será uma etapa classificatória do nacional.

Fonte: Rogério Bastos

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

ESTAMOS DE ANIVERSÁRIO



ESTAMOS DE ANIVERSÁRIO
O MTG está completando 48 anos de existência neste mês de outubro. O tradicionalismo gaúcho organizado tem quase 20 anos mais.
Entre o ano de 1948 – quando foi fundado o 35 CTG – e o mês de outubro de 1966, quando foi criado o MTG, inúmeros foram os debates a respeito da conveniência ou não da criação de uma federação de CTGs. Encontramos propostas para criação de uma associação desde o 2º Congresso Tradicionalista realizado em 1955 na cidade de Rio Grande, no entanto, foi no ano de 1959, no 6º Congresso realizado em Cachoeira do Sul, que foi aprovada a criação do Conselho Coordenador, embrião do Conselho Diretor e do próprio MTG. Aquela primeira organização já nasceu com o sistema de descentralização administrativa em 12 zonas tradicionalistas.
Transcorreram 7 anos até que fosse criada a federação das entidades tradicionalistas para a qual deram o nome de Movimento Tradicionalista Gaúcho, ou simplesmente MTG. Na época havia em torno de 200 CTGs no Brasil. A adesão à federação foi espontânea e natural. São raríssimos os casos de centros de tradições que não se filiaram.
Neste momento de aniversário, é importante que relembremos a história e nos perguntemos a respeito das razões que levaram à criação do MTG, além de tentarmos entender a importância dessa agremiação durante estes anos todos.
Todos os registros dos congressos tradicionalistas e os depoimentos colhidos com os tradicionalistas mais antigos indicam para a mesma direção: havia a necessidade de um órgão superior para cuidar da questão ideológica e para coordenar o sistema, ou seja, o MTG surge de uma necessidade. Sem essa instância superior, os CTGs ficavam sem orientação e, na tentativa de culto às tradições, realizavam inúmeras atividades de valor discutível e seguiam caminhos sem sustentação da pesquisa histórica.
É por isso que o estatuto do MTG define: “o MTG tem por objetivo congregar os centros de tradições gaúchas e entidades afins e preservar o núcleo da formação gaúcha e a filosofia do movimento tradicionalista...”.
Verificando o que ocorreu neste meio século, vemos que a entidade federativa é forte, respeitada e que congrega mais de 95% das entidades tradicionalistas do estado – são 1.654 entidades filiadas. O Movimento adota parâmetros e regras depois de serem estudados, debatidos e definidos. Daí decorrem as diretrizes para o uso da indumentária, o reconhecimento da música tradicional, a forma de práticas campeiras e de das manifestações artísticas.
Me arrisco a dizer que o MTG é o grande responsável pela grandiosidade do tradicionalismo gaúcho e pelas principais atividades de fortalecimento da identidade regional. Veja-se o que ocorre nos festejos farroupilhas, nos mais de 500 rodeios realizados, na quantidade de jovens envolvidos nas atividades campeiras e artísticas.
Ao expressarmos a nossa alegria com tudo o que foi conquistado e com a representatividade do Movimento na sociedade gaúcha, não queremos dizer que somos perfeitos Por certo cometemos erros e precisamos aprimorar uma série de procedimentos. O mais importante é que estamos permanentemente realizando atividades que visam a qualificação dos tradicionalistas e proporcionando convivência pacífica e harmoniosa entre as gerações. Esta talvez seja a maior vitória do MTG: garantir ambientes saudáveis para que as crianças e os jovens possam se realizar sem a necessidade de transgredir ou de se envolver em atividades ilícitas ou moralmente duvidosas.
Parabéns a todos nós tradicionalistas. Nós somos o MTG!

Manoelito Carlos Savaris 
Presidente

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

LANÇAMENTO DO LIVRO DAS ESTAÇÕES E VIDA


Tesouros Farroupilhas



Uma espada
 de ferro usada nos campos de combate da Revolução Farroupilha (1835-1845) e que hoje é peça rara do acervo histórico do Museu Divino Alziro Beckel, em Camaquã, foi finalmente identificada com o auxílio da PUCRS. A solicitação veio da Secretaria de Cultura e Turismo daquela cidade visando definir de quem fora o armamento. A espada foi enviada à Universidade, onde o professor Édison Hüttner (foto), da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, começou uma pesquisa, com apoio do docenteÉder Hüttner, do IGG. No Arquivo Público do RS, localizou uma foto (detalhe) do major Bento Gonçalves da Silva Filho (1820-1897) com a espada. “Este é um documento importante para comprovar a autenticidade da arma do filho de Bento Gonçalves. Até agora, havia apenas relatos orais de que a espada pertenceria a ele”, afirma Hüttner. Há pouco, Hüttner e equipe também haviam contribuído com o Museu na identificação de outra espada usada nos embates farroupilhas. O professor Klaus Hilbert, coordenador do Laboratório de Pesquisas Arqueológicas, orientou buscar fontes militares. Com a ajuda do tenente coronel Ricardo Rios, do Colégio Militar de Porto Alegre, foi possível atestar e descrever o armamento: sabre longo de Cavalaria, do modelo Holler, desenhada em 1835, lâmina de corte de um só lado, 79cm, empunhadura com 15cm e defeso de 10cm vasado composto por três linhas metálicas, guarda mão em meia lua e empunhadura em madeira.



fonte:http://www.pucrs.br/mundopucrs/012/gente_e_cia.htm#.VCAy4pRdWSp 
colaborador: Edison Hüttner

Editorial do presidente do MTG - que é um CTG?


QUE É UM CTG?

As perguntas mais frequentes a que respondi nesses dias foram: o que é um CTG? Há racismo e homofobia nos CTGs? Respondi a elas durante 30 dias e, mesmo assim, parece que não foi suficiente, pois permanecem as dúvidas e são frequentes as manifestações que apontam o dedo para o Movimento Tradicionalista.

Um Centro de Tradições Gaúchas é uma entidade civil, com quadro de associados e que se dedica ao resgate, à preservação e à divulgação das coisas tradicionais. Trata-se de um “clube” que possui regras claras e conhecidas por todos os seus associados. A Carta de Princípios (documento aprovado em 1961) é a referência para todos os CTGs, que, ao se federarem, criaram o MTG como órgão orientador, coordenador e fiscalizador.

Para reconhecer o que pode e o que não pode ser realizado por um CTG associado ao MTG, basta responder afirmativamente à seguinte pergunta: essa é uma atividade tradicional? Quando a resposta for negativa, então o lugar não é o CTG. Ao dizer-se que o lugar disso ou daquilo não é o CTG não se está discriminando ou proibindo, simplesmente se está dizendo que aquilo não combina com os objetivos da sua existência.

No CTG não se pergunta qual a cor, o credo religioso, o partido político, o time do coração, a preferência sexual ou a renda familiar. Nos CTGs há patrões e patroas, brancos, pardos e negros, ricos e pobres, heterossexuais e homossexuais. As exigências para todos são as mesmas: no galpão e nas atividades tradicionalistas é imperioso o cumprimento do estatuto e que as prendas e os peões se portem segundo seus gêneros.

O Movimento Tradicionalista não interfere na vida privada das pessoas. Cada um escolhe onde quer trabalhar, o que vai estudar, em qual Deus acreditará e quem será seu parceiro.

Essas regras são legais e combinadas entre cidadãos que voluntariamente participam das entidades tradicionalistas, portanto não cabe ao poder público interferir ou tentar impor qualquer padrão de comportamento diferente disso. No Estado, temos 1.654 entidades tradicionalistas ligadas ao MTG que merecem ser respeitadas, pois elas são respeitadoras. Atitudes isoladas devem ser tratadas como tal.
As perguntas mais frequentes a que respondi nesses dias foram: o que é um CTG? Há racismo e homofobia nos CTGs? Respondi a elas durante 30 dias e, mesmo assim, parece que não foi suficiente, pois permanecem as dúvidas e são frequentes as manifestações que apontam o dedo para o Movimento Tradicionalista.

Um Centro de Tradições Gaúchas é uma entidade civil, com quadro de associados e que se dedica ao resgate, à preservação e à divulgação das coisas tradicionais. Trata-se de um “clube” que possui regras claras e conhecidas por todos os seus associados. A Carta de Princípios (documento aprovado em 1961) é a referência para todos os CTGs, que, ao se federarem, criaram o MTG como órgão orientador, coordenador e fiscalizador.

Para reconhecer o que pode e o que não pode ser realizado por um CTG associado ao MTG, basta responder afirmativamente à seguinte pergunta: essa é uma atividade tradicional? Quando a resposta for negativa, então o lugar não é o CTG. Ao dizer-se que o lugar disso ou daquilo não é o CTG não se está discriminando ou proibindo, simplesmente se está dizendo que aquilo não combina com os objetivos da sua existência.

No CTG não se pergunta qual a cor, o credo religioso, o partido político, o time do coração, a preferência sexual ou a renda familiar. Nos CTGs há patrões e patroas, brancos, pardos e negros, ricos e pobres, heterossexuais e homossexuais. As exigências para todos são as mesmas: no galpão e nas atividades tradicionalistas é imperioso o cumprimento do estatuto e que as prendas e os peões se portem segundo seus gêneros.

O Movimento Tradicionalista não interfere na vida privada das pessoas. Cada um escolhe onde quer trabalhar, o que vai estudar, em qual Deus acreditará e quem será seu parceiro.

Essas regras são legais e combinadas entre cidadãos que voluntariamente participam das entidades tradicionalistas, portanto não cabe ao poder público interferir ou tentar impor qualquer padrão de comportamento diferente disso. No Estado, temos 1.654 entidades tradicionalistas ligadas ao MTG que merecem ser respeitadas, pois elas são respeitadoras. Atitudes isoladas devem ser tratadas como tal.

MANOELITO CARLOS SAVARIS
Presidente do MTG RS

Rogerio Bastos
Assessoria comunicação digital